Teses
Doutorais de Titulados pela Faculdade de Medicina da Bahia, de 1840 a 1928
Doctoral Theses at the School of Medicine,
Federal University of Bahia, 1840-1928
Nevolanda Sampaio Meirelles1 , Francisca da Cunha Santos1 ,
Vilma Lima Nonato de Oliveira1 , Laudenor P. Lemos-Junior1 , José Tavares-Neto1
Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB) da Universidade Federal da Bahia,
Salvador, BA, Brasil
Foram levantadas as 2.502 Teses Doutorais, do período de
1840 a 1928, dos médicos graduados e titulados pela Faculdade de Medicina da
Bahia (FAMEB), após a Reforma do Ensino da Medicina de 1832. No Brasil, apenas
após aquela reforma as duas Faculdades de Medicina, então existentes (Bahia e
Rio de Janeiro), graduaram médicos e não mais cirrurgiões-formados, inclusive
com a possibilidade da titulação como Doutor em Medicina caso defendesse Tese
Doutoral. Desse modo, e com a maior divulgação do acervo da FAMEB, espera-se
ampliar as fontes de pesquisa sobre a história do alvorecer dos princípios
científicos aplicados no ensino médico brasileiro. Palavras-chaves: Teses
doutorais, doutor em Medicina, Faculdade de Medicina da Bahia, UFBA. A total of 2,502 doctoral theses,
elaborated during the period 1840-1928 by doctors who had graduated and
received their diplomas from the School of Medicine, Federal University of
Bahia (FAMED) following the Reform of Medical Teaching in 1832, were selected
for this study. It was only following this reform that the two schools of
medicine in existence in Brazil at that time (in Bahia and Rio de Janeiro)
began to award degrees in medicine instead of degrees as “qualified surgeons”.
This reform also included the possibility of awarding the title of Doctor in
Medicine if the candidate defended a doctoral thesis. By increasing public
awareness of the collection of work that has emanated from FAMED, the objective
of this study is to improve the sources of research on the history of the dawn
of the scientific principles applied to the teaching of medicine in Brazil. Key
Words: Doctoral theses, Doctor in Medicine, Bahia School of Medicine, UFBA. O
levantamento das Teses (ou Theses) Doutorais de graduados pela Faculdade de
Medicina da Bahia (FAMEB) e com o título de Doutor em Medicina foi iniciado
pela bibliotecária Zilda Cerqueira Brito, à época funcionária do Memorial da
Medicina, a partir da sistematização dos trabalhos pela bibliotecária e
documentalista Profa. Maria José Rabello de Freitas. Até a Reforma do Ensino
Superior do Primeiro Período Republicano10, o médico recebia também o título de
Doutor em Medicina caso defendesse These Doutoral, no último ano do curso de
Medicina, ou, do contrário, era considerado apenas bacharel em Medicina. Antes
da Reforma do Ensino Médico de 1832, da Regência Trina Permanente2 , e que
também ampliou o curso de Medicina para 6 anos, o Colégio Médico-cirúrgico da
Bahia graduava “cirurgiões formados” e não médicos. A diplomação de “médico
formado” era reservada àqueles graduados em Faculdade de Medicina de Portugal
ou de outros países europeus4 , sendo reservado o título de Doutor em Medicina
ao diplomado que defendesse a These Doutoral, escrita na língua portuguesa ou latina4
. Recebido em 16/08/2004 Aceito em 17/09/2004 Endereço para correspondência:
Dr. Prof. José Tavares-Neto. Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade
Federal da Bahia. Largo do Terreiro de Jesus (Pelourinho), 40025-010 Salvador,
Bahia, Brasil. E-mail: tavaneto@ufba.br Fontes de financiamento: PET-Medicina,
CNPq, FAPESB. Gazeta Médica da Bahia 2004;74(1):Jan-Jun:9-101. © 2004 Gazeta
Médica da Bahia (ISSN 0016-545X). Todos os direitos reservados. 10 Nevolanda
Sampaio Meirelles, et al. GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101 O título de “Doutor”
foi primariamente outorgado aos filósofos (Doctores sapientiae) e depois aos
advogados e juristas (respectivamente, Doctor legum e Doctor és Loix), pelo jus
respondendi, ou mais genericamente de Doctor utruisque juris8 . Aquela reforma
de 1832 também alterou a denominação de Colégio Médico-cirúrgico da Bahia para
Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB)2 , tradição esta retomada a partir da
reunião da Congregação da FAMEB de novembro de 2003. À época do I e II
Reinados, ainda prevalecia no ensino superior brasileiro o “gosto acentuado
pela palavra”, mas que “limita as possibilidades de concretização das idéias” e
essas características, segundo Ribeiro10, nortearam o seguinte comentário do
Prof. Luiz Agassiz “Nenhum país tem mais oradores nem melhores programas; a
prática, entretanto, é o que falta completamente”10. Portanto, essa outra
mazela do ensino brasileiro não é nova e até nos dias atuais, como bem
descrevem as Diretrizes Curriculares do MEC de 2002, há necessidade de
valorização da inserção precoce dos estudantes de Medicina em atividades
práticas e evitando o vezo do ensino enciclopédico, também dos tempos do Brasil
Império, ou de fazer transformação curricular, supondo-a de boa qualidade, pelo
acréscimo de mais disciplinas ou conteúdos. Naquele modelo de ensino médico,
reinante no século XIX, e que desprestigiava o saber científico, teve como
única exceção10 o ensino praticado na Faculdade de Medicina da Bahia entre 1891
a 1905, sobretudo pela influencia do Prof. Raymundo Nina Rodrigues10, graduado
e doutorado na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e, depois, um dos mais
eminentes docentes e pesquisadores da Faculdade de Medicina da Bahia9 . Após a
reforma de 18322 , a primeira These Doutoral da Faculdade de Medicina da Bahia
foi defendida em 1836, por Dr. Manuel Ezequiel de Almeida, com o título Asfixia
por submersão no afogamento, mas desse precioso documento não se tem notícia,
exceto pelo registro do título de Doutor e na Ata da Congregação da FAMEB
daquele ano. Coerentemente, do interstício de 1832 a 1840 há poucas informações
sobre as Theses Doutorais. Em 1839, sendo Diretor o Prof. Francisco de Paula
Araújo e Almeida, a Congregação da FAMEB reclamou ao Ministro do Império sobre
a lentidão para a implantação das medidas determinadas pela Lei de 1832, da
Regência Trina Permanente2 . Talvez também por isso, só a partir de 1840 foi
crescente o número de Theses Doutorais defendidas (ou sustentadas), e assim foi
na Bahia até 1928, quando passou a vigorar a Reforma Rocha Vaz pelo Decreto de
19253 e, provavelmente, nas outras Escolas Médicas fundadas posteriormente ao
curso da Bahia (em 18 de fevereiro de 1808), e existentes no Brasil até antes
da Revolução de 30: Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual Faculdade de
Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Faculdade de Medicina e
Farmácia de Porto Alegre (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul), Escola de Medicina e Cirurgia (FEFIEG), Faculdade de
Medicina do Paraná (UFPR), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo,
Faculdade de Medicina de Minas Gerais (UFMG), Faculdade de Medicina do Pará
(UFPA), Faculdade de Medicina de Pernambuco (UFPE) e Faculdade de Medicina de
Niterói (UFF)12, essa última fundada em 1926 e com a primeira turma em curso
por ocasião da Reforma Rocha Vaz3 . Do período de 99 anos (1840-1928) já foram
catalogadas 2.502 Teses Doutorais (excluindo aquelas em duplicata), mas, por
certo, muitas foram perdidas ou extraviadas ao longo do tempo e outras ainda
não localizadas. Uma perda lastimável é a These Doutoral do Prof. Alfredo Thomé
de Britto, um dos mais eminentes Diretores da FAMEB, de 1901 a 1908,
responsável pela grande reforma do ensino e da estrutura física da FAMEB e o
introdutor no Brasil do radiadiagnóstico9 11. Por isso, se logo não for
realizado o restauro, aliado à digitalização desses documentos, outras perdas
serão prováveis, sendo urgente a obtenção de recursos, de agências de fomento
ou de empresas particulares, para a reprodução e a divulgação desse rico acervo
da Medicina brasileira, o qual foi esquecido e alvo de muitas omissões nas
últimas três décadas13. Na atual FAMEB, de duas até 16 Theses Doutorais (1840 -
1928) foram encadernadas no mesmo volume, GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101
Teses Doutorais da FAMEB: 1840-1928 11 as quais, nas citações seguintes, estão
distribuídas pelo ano da titulação de cada Doutor e para cada referência são
citados: número seqüencial (cit. n°), nome do autor, título da Tese, e a
referência na Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB), seguido do código
localizador. As Theses Doutorais daquele período, já levantadas e registradas,
são 2.502, mas ainda não se sabe qual o número exato de Theses defendidas
nesses 99 anos. Em 1902, por exemplo, há 70 Theses
catologadas e o número de matriculados no 6° ano daquele ano e de diplomados
foi, respectivamente, 36 e 15, sobre os quais coincidem duas fontes - Livros de
registros da FAMEB e as Memórias do Cinquentenário dos Doutores em Medicina de
190214. Portanto, é provável que concluintes de outros anos pudessem
defender ou sustentar a These Doutoral após a conclusão do curso médico, mas
isso ainda carece de outra investigação. Desse total de 2.502, só 15 (sendo 14
recuperadas) ou 0,6% das Theses Doutorais foram defendidas por mulheres, sendo,
portanto, as Doutoras pioneiras do Brasil. A primeira, em 10 de dezembro de
1887, foi a da Dra. Rita Lobato Velho Lopes, com a These Doutoral denominada
PARALELOS ENTRE OS MÉTODOS PRECONIZADOS NA OPERAÇÃO CESARIANA (1887, cit. n°
892). Ou seja, só 79 anos após sua fundação a Faculdade de Medicina da Bahia
diplomou e doutorou a primeira médica, em decorrência da autorização expressa
no Artigo 24 do Decreto do Império n° 7.247 de 19 de abril de 1879, que
concedia às mulheres o direito de inscrição nos cursos de Medicina de Salvador
(Bahia) e do Rio de Janeiro, os únicos existentes no Brasil àquela época.
Também, no mesmo Decreto ficou determinado que as estudantes tivessem assentos
reservados nas salas de aula e laboratórios. Além dos ditames culturais e
costumes daquela época, na organização escolar brasileira do Brasil-colônia e
até da República Velha sempre prevaleceu o conceito machista que a educação
feminina “restringia-se a boas maneiras e prendas domésticas”10. Daí porque, após
a promulgação do Decreto n° 7.247 de 1879, foram acaloradas as discussões, na
Congregação da FAMEB, sobre a hipótese de admissão de alguma estudante e os
seus aspectos práticos, a exemplo de como e onde seria a localização do lavabo
e outras dependências correlatas. Felizmente, a estudante gaúcha, de São Pedro
do Rio Grande (RS), Rita Lobato Velho Lopes, quando chegou à Bahia, trasferida
da Faculdade de Medicina do Rio Janeiro, para continuar o curso de Medicina, já
encontrou algum conforto e muita curiosidade quanto à sua pessoa. A quebra
desse tabu mereceu notícias nos diários populares da cidade do Salvador e
inflamadas discussões no meio intelectual e até nos encontros sociais da
pequena aristrocracia baiana. Mas, Rita Lobato Velho Lopes, demonstrando enorme
tenacidade para uma jovem mulher daqueles tempos e longe da sua terra natal,
seguiu adiante e concluiu o curso de Medicina em 1887 e no mesmo ano foi
Doutorada em Medicina “com distinção”, deixando a seguinte dedicatória a
“bico-depena” na sua These Doutoral: “Ao distincto Lente Dr. Antonio Pacifico
Pereira e á sua Exma. Familia offerece Rita Lobato”. Posteriormente,
considerando a catalogação até 1928, as 14 médicas que defenderam o título de
Doutor em Medicina, foram (ano da titulação, cit. n°): Anna Machado Marinho
Falcão (1890, cit. n° 1025), Ephigenia Veiga (1890, cit. n° 1036), Glafira
Corina de Araújo (1892, cit. n° 1115), Francisca Barretto Praguer (1893, cit.
n° 1147), Laura Amalia de Souza Bahiense (1898, cit. n° 1269), Maria Odilia Teixeira
(1909, cit. n° 1739), Agricola Guerra (1913, cit. n° 1860), Isaura Leitão de
Carvalho (1916, cit. n° 2015), Nise Magalhães da Silveira (1926, cit. n° 2359),
Cacilda Vieira dos Reis (1927, cit. n° 2386), Itala Silva de Oliveira (1927,
cit. n° 2399), Maria Barbosa Gomes (1928, cit. n° 2476) e Maria de Carvalho
Fontes (1928, cit. n° 2477). A These Doutoral de Amélia Pedrosa Benebaim,
graduada e diplomada em 1890, foi provavelmente extraviada e só há o registro
do título: CLINICA CIRÚRGICA. DISPOSIÇÕES - ANOMALIAS DO CORDÃO UMBILICAL. SUA
INFLUENCIA SOBRE A GRAVIDEZ E O PARTO. Entre essas pioneiras, a Dra. Nise
Magalhães da Silveira (1926, cit. n° 2359) contribuiu, decisivamente, na
formulação da moderna Psiquiatria, com o desenvolvimento de novas estratégias
de tratamento e também no pioneirisno da luta anti-nosocomial6 . 12 Nevolanda
Sampaio Meirelles, et al. GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101 Da lista acima, não
faz parte a primeira Professora da FAMEB1 , a Dra. Carmem Mesquita, porque foi
graduada em 1930, sendo a primeira aluna laureada de uma turma de Medicina,
pelo seu desempenho escolar, com a Medalha Professor Alfredo Thomé de Britto.
Mesmo não sendo objeto desse levantamento a análise dos conteúdos das Theses
Doutorais, os quais ainda carecem de muitos estudos, inclusive de natureza
antropológica, etnográfica e/ou histórica, são nítidas as preocupações mais
holísticas dos médicos de antanho. Nos dias atuais, pode parecer folclórico o
título da These de 1903 (cit. n° 1459) do Dr. João Sabino de Lima Pinho Filho,
O ESPARTILHO E A MULHER, mas, àquela época, esse adereço feminino era causa de
múltiplos transtornos à saúde da mulher vivendo no trópico. Em 1915, sobre tema
agora avaliado como de maior cientificidade, o Dr. Augusto de Araujo Aragão
Bulcão (cit. n° 1988) defendeu a These Doutoral sobre a MOLESTIA DE CARLOS
CHAGAS, isso seis anos após a publicação original de Chagas5 , quando ainda
persistia a infamante campanha de descrédito das descobertas de um dos
principais pesquisadores brasileiros, o Prof. Carlos Chagas. Outras Theses
evidenciam o lado poético da vida ou as preocupações humanísticas dos jovens
Doutores, como o Dr. Hypólito Gomes Ferreira de Azevedo ao defender a
PSICOPATOLOGIA DO OLHAR (1921, cit. n° 2130), ou o Dr. Alcides Lopes de Siqueira
(1927, cit. n° 2374) ao estudar O AMOR COMO DIRIMENTE PENAL. Já o descobridor,
em 1909, das diferenças entre o Schistosoma mansoni e o S. haematobium7 , Dr.
Manuel Augusto Pirajá da Silva defendeu em 1896 a These Doutoral (cit. n° 1215)
sobre a CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DE UMA MOLESTIA QUE ULTIMAMENTE AQUI TEM
REINADO COM OS CARACTERES DA MENIGITE CEREBRO-ESPINHAL-EPIDEMICA. Deixando de
lado qualquer outra análise ou curiosidade sobre o conteúdo das Theses
Doutorais, defendidas na primeira Escola Médica do Brasil, cabe ao leitor,
agora, fazer o “seu passeio histórico” em quase 100 anos da Medicina brasileira
e esperamos, proximamente, outra publicação com o término do levantamento do
acervo bibliográfico da FAMEB.
1902
1360. Affonso de Castro Tanajura Guimarães. ESTUDO SOBRE A
HEMERALOPIA IDIOPATHICA E SEU TRATAMENTO PELA OPOTHERAPIA. FAMEB: 102-P. 1361.
Agrippino Dantas Martins. DAS APHASIAS (LIGEIRO ESBOÇO). FAMEB: 102-G. 1362.
Agrippino Dantas Martins. DAS APHASIAS (LIGEIRO ESBOÇO). FAMEB: 102-N. 1363. Alcides
Britto Torres. FERIDAS POR PROJECTIS E SEU TRATAMENTO EM CAMPANHA. FAMEB:
102-I.1364. Alexandre Eraldo Pompilio Passos. BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE AS
DIFFICULDADES DO DELIVRAMENTO. FAMEB: 102-E. 1365. Alfredo de Barros Loureiro
Brandão. TABAGISMO. FAMEB: 102-E. 1366. Alfredo de Barros Loureiro Brandão.
TABAGISMO. FAMEB: 102-J. 1367. Alvaro Carlos Tourinho. UM NOVO PROCESSO DE
INTERVENÇÃO NOS ABCESSOS POSTEROSUPERIORES DO FÍGADO. FAMEB: 102-A. 1368.
Alvaro da Silva Rego. CADEIRA DE CLINICA PSYCHIATRICA E DE MOLESTIAS NERVOSAS.
FAMEB: 102-C.1369. Alvaro Ladislau Cavalcanti d’Albuquerque. CONTRIBUIÇÃO AO
ESTUDO DA TATUAGEM NOS CRIMINOSOS. FAMEB: 102-D. 1370. Alvaro Ribeiro.
PELVI-RACHITISMO. FAMEB: 102-B. 1371. Antonio B. de Andrade. MOLESTIA DE BANTI.
FAMEB: 102-J. 1372. Antonio Belisario Cartaxo Dantas. ESTUDO DO SYNDROMA DE
BENEDIKT. FAMEB: 102-G. 1373. Antonio Bernardo Vasconcellos de Queiroz. VICIOS
DA NOSSA LINGUAGEM MEDICA. FAMEB: 102-M. 1374. Antonio Borges dos Santos.
ETIOPATHOGENIA E PROPHYLAXIA DO IMPALUDISMO NO RIO SÃO FRANCISCO. FAMEB: 102-M.
1375. Antonio Carlos de Oliveira e Silva Junior. FRACTURAS TRANSVERSAES DA
PATELLA E SEU TRATAMENTO. FAMEB: 102-D. 1376. Antonio Chistovão de Freitas.
FEBRE AMARELLA. FAMEB: 102-D. 1377. Antonio do Prado Valladares. ESTUDO CLÍNICO
DA ESCUTA DO CORAÇÃO. FAMEB: 102-F. 1378. Antonio Moreira Reis Junior. BREVES
CONSIDERAÇÕES SOBRE O ALLEITAMENTO ARTIFICIAL. FAMEB: 102-C. 1379.Antonio
Ribeiro Gonçalves. MENORES DELINQUENTES. FAMEB: 102-O. 1380. Antonio Ribeiro
Gonsalves Bastos. LIGEIRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DOS ANEURIMAS
EXTERNOS. FAMEB: 102-L. 1381. Arthur Dantas de Queiroz. DOS ANOPHELOS ETIOLOGIA
DA MALARIA. FAMEB: 102-M. 1382. Carlos Americo da Cunha. ESTREITAMENTO ORGANICO
DA URETHRA E SEU TRATAMENTO. FAMEB: 102-D. 1383. Dario José Peixoto. ENUCLEAÇÃO
DO GLOBO OCULAR E OPERAÇÕES PROPOSTAS PARA A SUBSTITUIR. FAMEB: 102-P. 1384.
Diniz Pompilio Passos. VANTAGENS DA NOSOPHENA, ANTINOSINA E EUDOXINA COMO
SUCCEDANEAS DO IODOFORMIO. FAMEB: 102-E. 1385. Domingos Xavier de Carvalho. DA
PRENHEZ EXTRA-UTERINA E SEU TRATAMENTO. FAMEB: 102-D. 1386. Eduardo Jorge
Wanderley. THERAPEUTICA DA PLACENTA PREVIA. FAMEB: 102-B. 1387. Eduardo Leite
Velloso. DA INFLUENCIA BENEFICA DA ERYSIPELA NA SYPHILIS. FAMEB: 102-B. GMBahia
2004;74:1(Jan-Jun):9-101 Teses Doutorais da FAMEB: 1840-1928 63 1388. Euripedes
Clementino de Aguiar. DIAGNOSTICO DO AGENTE DAS QUEIMADURAS. FAMEB: 102-H.
1389. Francisco Bonifacio Mariani. DIABETES ASSUCARADO. FAMEB: 102-C. 1390.
Francisco de Souza Pondé. ASSISTENCIA PUBLICA AOS LOUCOS DELINQUENTES NO
BRAZIL. FAMEB: 102-A. 1391. Francisco Duarte Paraiso Cavalcanti. O SYNDROMA
GRAVIDICO SIMULADO POR AUTO SUGGESTÃO (PSEUDO CYESIS HYSTERICA). FAMEB: 102-A.
1392. Francisco Pontes de Miranda. A INSANIDADE MENTAL COMO DIRIMENTE DOS
DELICTOS. FAMEB: 102-H. 1393. Francisco Xavier de Carvalho Junior. DA OPERAÇÃO
DE WLADIMIROFF – MIKULICZ. FAMEB: 102-L. 1394. Fulgencio Martins Vidal. HYGIENE
ALIMENTAR DA PRIMEIRA INFANCIA. FAMEB: 102-A. 1395. Gentil Martins Fontes.
AEROPHAGIA HYSTERICA. FAMEB: 102-F. 1396. Gustavo Eduardo Nasselmann. UM NOVO
MATERIAL DE LIGADURA. FAMEB: 102-E. 1397. Heraclio Ponciano de Menezes.
CONSIDERAÇÕES ACERCA DA ECTOPIA RENAL ADQUIRIDA. FAMEB: 102-B. 1398. João Leite
de Bittencourt Calasans. DA HYPERIDROZE. FAMEB: 102-D. 1399. Joaquim da Cunha
Fontenelle. CURA RADICAL DAS HEMORRHOIDAS PELA RESECÇÃO DA MUCOSA RECTAL.
FAMEB:102-A. 1400. Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque. DA PRENHEZ
EXTRA-UTERINA E SEU TRATAMENTO. FAMEB: 102-B. 1401. Josaphat da Silveira
Brandão. DO MYCETOMA. FAMEB: 102-L. 1402. José Alfredo de Oliveira.
CONSIDERAÇÕES SOBRE A FEBRE. FAMEB: 102-C. 1403. José Antonio Alves Maciel
Junior. DAS LUXAÇÕES RECENTES DA ESPADUA. FAMEB: 102-D. 1404. José Climaco da
Silva. APPROXIMAÇÃO VISCERAL POR PLACAS ABSORVIVEIS (METHODO DE SENN). FAMEB:
102-L. 1405. José Cordeiro dos Santos Filho. DA RADIODIAGNOSE NO PROCESSO
PHYMICO. FAMEB: 102-Q. 1406. José Cordeiro Santos Filho. DA RADIO – DIAGNOSE NO
PROCESSO PHYMICO. FAMEB: 102-F. 1407. José Evaristo da Costa Gondim.
CONSIDERAÇÕES GERAES SOBRE O TRATAMENTO ABORTIVO. FAMEB: 102-C. 1408. José
Francisco Jorge de Souza. PERTURBAÇÕES OCULARES NO PUERPERIO. FAMEB: 102-P.
1409. José Lopes Pontes. SYNDROMA DE DERCUM (ADIPOSE DOLOROSA). FAMEB: 102-J.
1410. José Valeriano de Oliveira Maia. ALOPECIAS (TRICHOPHYTONS, MICROSPORONS E
ACHORIONS). FAMEB: 102-A. 1411. Luiz da Franca Aguiar. OMPHALECTOMIA. FAMEB:
102-B. 1412. Luiz da Silva Tavares Sobrinho. DA OPHTALMIA PURULENTA E SEU
TRATAMENTO. FAMEB: 102-B. 1413. Manoel de Barros Loureiro Brandão. PUERPERISMO
INFECTUOSO. 102-E. 1414. Manoel Luiz Freire. ETIOLOGIA SYMPTOMATOLOGIA E
TRATAMENTO DA INFLUENZA. FAMEB: 102-F. 1415. Manoel Moreira da Silva Junior.
SUFFUSÃO BILIOSA. FAMEB: 102-B. 1416. Manuel do Nascimento de Jesus Junior.
ETIOPATHOGENIA E PROPHYLAXIA DA HEREDO-SYPHILIS. FAMEB: 102-D. 1417. Mario
Fernandes da Cunha Rocha. DA DIPHTHERIA DO LARYNGE. FAMEB: 102-C. 1418. Mario
Meira. A INVERSÃO DA VAGINAL NA CURA RADICAL DA HYDROCELE. FAMEB: 102-I. 1419.
Octaviano Vieira de Mello. PARALYSIA GERAL DOS ALIENADOS.FAMEB:102-H. 64
Nevolanda Sampaio Meirelles, et al. GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101 1420.
Oscar Freire de Carvalho. ETIOLOGIA DAS FORMAS CONCRETAS DA RELIGIOSIDADE NO
NORTE DO BRASIL. FAMEB: 102-H. 1421. Oscar Pereira de Carvalho. ANALGESIA
CIRURGICA POR MEIO DAS INJECÇÕES SUB-ARACHNOIDEANAS LOMBARES DE COCAINA. FAMEB:
102-I. 1422. Paulo da Conceição Alves. CONSIDERAÇÕES DAS FRACTURAS. FAMEB:
102-C. 1423. Pedro Alcantara Bacellar. VALOR SEMIOLOGICO DOS SIGUAES DA
GRAVIDEZ. FAMEB: 101-A. 1424. Pedro Calixto de Mello. ESTUDO SOBRE A
ETIO-PATHOGENIA E TRATAMENTO DA OPHTALMIA SYMPATHICA. FAMEB: 102-P.
1425. Sylvio Cesar Leite. CHLOROSE
VULGAR. FAMEB: 102-J.
1426. Ulysses
Paranhos. HYPNOTISMO E SUGGESTÃO. FAMEB: 102-G. 1427. Vicente André Gomes.
REACÇÕES GANGLIONARES NA INFANCIA. FAMEB: 102-A. 1428. Virgilio de Mendonça
Uchoa. CHORÉA GRAVIDICA. FAMEB: 102-B. 1429. Zacharias Coutinho. NOCUIDADE DO
ALCOOL NO PONTO DE VISTA EXPERIMENTAL. FAMEB: 102-B.
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