domingo, 27 de novembro de 2016

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Teses Doutorais de Titulados pela Faculdade de Medicina da Bahia, de 1840 a 1928

Doctoral Theses at the School of Medicine, Federal University of Bahia, 1840-1928


Nevolanda Sampaio Meirelles1 , Francisca da Cunha Santos1 , Vilma Lima Nonato de Oliveira1 , Laudenor P. Lemos-Junior1 , José Tavares-Neto1 Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB) da Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil

Foram levantadas as 2.502 Teses Doutorais, do período de 1840 a 1928, dos médicos graduados e titulados pela Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB), após a Reforma do Ensino da Medicina de 1832. No Brasil, apenas após aquela reforma as duas Faculdades de Medicina, então existentes (Bahia e Rio de Janeiro), graduaram médicos e não mais cirrurgiões-formados, inclusive com a possibilidade da titulação como Doutor em Medicina caso defendesse Tese Doutoral. Desse modo, e com a maior divulgação do acervo da FAMEB, espera-se ampliar as fontes de pesquisa sobre a história do alvorecer dos princípios científicos aplicados no ensino médico brasileiro. Palavras-chaves: Teses doutorais, doutor em Medicina, Faculdade de Medicina da Bahia, UFBA. A total of 2,502 doctoral theses, elaborated during the period 1840-1928 by doctors who had graduated and received their diplomas from the School of Medicine, Federal University of Bahia (FAMED) following the Reform of Medical Teaching in 1832, were selected for this study. It was only following this reform that the two schools of medicine in existence in Brazil at that time (in Bahia and Rio de Janeiro) began to award degrees in medicine instead of degrees as “qualified surgeons”. This reform also included the possibility of awarding the title of Doctor in Medicine if the candidate defended a doctoral thesis. By increasing public awareness of the collection of work that has emanated from FAMED, the objective of this study is to improve the sources of research on the history of the dawn of the scientific principles applied to the teaching of medicine in Brazil. Key Words: Doctoral theses, Doctor in Medicine, Bahia School of Medicine, UFBA. O levantamento das Teses (ou Theses) Doutorais de graduados pela Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB) e com o título de Doutor em Medicina foi iniciado pela bibliotecária Zilda Cerqueira Brito, à época funcionária do Memorial da Medicina, a partir da sistematização dos trabalhos pela bibliotecária e documentalista Profa. Maria José Rabello de Freitas. Até a Reforma do Ensino Superior do Primeiro Período Republicano10, o médico recebia também o título de Doutor em Medicina caso defendesse These Doutoral, no último ano do curso de Medicina, ou, do contrário, era considerado apenas bacharel em Medicina. Antes da Reforma do Ensino Médico de 1832, da Regência Trina Permanente2 , e que também ampliou o curso de Medicina para 6 anos, o Colégio Médico-cirúrgico da Bahia graduava “cirurgiões formados” e não médicos. A diplomação de “médico formado” era reservada àqueles graduados em Faculdade de Medicina de Portugal ou de outros países europeus4 , sendo reservado o título de Doutor em Medicina ao diplomado que defendesse a These Doutoral, escrita na língua portuguesa ou latina4 . Recebido em 16/08/2004 Aceito em 17/09/2004 Endereço para correspondência: Dr. Prof. José Tavares-Neto. Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia. Largo do Terreiro de Jesus (Pelourinho), 40025-010 Salvador, Bahia, Brasil. E-mail: tavaneto@ufba.br Fontes de financiamento: PET-Medicina, CNPq, FAPESB. Gazeta Médica da Bahia 2004;74(1):Jan-Jun:9-101. © 2004 Gazeta Médica da Bahia (ISSN 0016-545X). Todos os direitos reservados. 10 Nevolanda Sampaio Meirelles, et al. GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101 O título de “Doutor” foi primariamente outorgado aos filósofos (Doctores sapientiae) e depois aos advogados e juristas (respectivamente, Doctor legum e Doctor és Loix), pelo jus respondendi, ou mais genericamente de Doctor utruisque juris8 . Aquela reforma de 1832 também alterou a denominação de Colégio Médico-cirúrgico da Bahia para Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB)2 , tradição esta retomada a partir da reunião da Congregação da FAMEB de novembro de 2003. À época do I e II Reinados, ainda prevalecia no ensino superior brasileiro o “gosto acentuado pela palavra”, mas que “limita as possibilidades de concretização das idéias” e essas características, segundo Ribeiro10, nortearam o seguinte comentário do Prof. Luiz Agassiz “Nenhum país tem mais oradores nem melhores programas; a prática, entretanto, é o que falta completamente”10. Portanto, essa outra mazela do ensino brasileiro não é nova e até nos dias atuais, como bem descrevem as Diretrizes Curriculares do MEC de 2002, há necessidade de valorização da inserção precoce dos estudantes de Medicina em atividades práticas e evitando o vezo do ensino enciclopédico, também dos tempos do Brasil Império, ou de fazer transformação curricular, supondo-a de boa qualidade, pelo acréscimo de mais disciplinas ou conteúdos. Naquele modelo de ensino médico, reinante no século XIX, e que desprestigiava o saber científico, teve como única exceção10 o ensino praticado na Faculdade de Medicina da Bahia entre 1891 a 1905, sobretudo pela influencia do Prof. Raymundo Nina Rodrigues10, graduado e doutorado na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e, depois, um dos mais eminentes docentes e pesquisadores da Faculdade de Medicina da Bahia9 . Após a reforma de 18322 , a primeira These Doutoral da Faculdade de Medicina da Bahia foi defendida em 1836, por Dr. Manuel Ezequiel de Almeida, com o título Asfixia por submersão no afogamento, mas desse precioso documento não se tem notícia, exceto pelo registro do título de Doutor e na Ata da Congregação da FAMEB daquele ano. Coerentemente, do interstício de 1832 a 1840 há poucas informações sobre as Theses Doutorais. Em 1839, sendo Diretor o Prof. Francisco de Paula Araújo e Almeida, a Congregação da FAMEB reclamou ao Ministro do Império sobre a lentidão para a implantação das medidas determinadas pela Lei de 1832, da Regência Trina Permanente2 . Talvez também por isso, só a partir de 1840 foi crescente o número de Theses Doutorais defendidas (ou sustentadas), e assim foi na Bahia até 1928, quando passou a vigorar a Reforma Rocha Vaz pelo Decreto de 19253 e, provavelmente, nas outras Escolas Médicas fundadas posteriormente ao curso da Bahia (em 18 de fevereiro de 1808), e existentes no Brasil até antes da Revolução de 30: Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Escola de Medicina e Cirurgia (FEFIEG), Faculdade de Medicina do Paraná (UFPR), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina de Minas Gerais (UFMG), Faculdade de Medicina do Pará (UFPA), Faculdade de Medicina de Pernambuco (UFPE) e Faculdade de Medicina de Niterói (UFF)12, essa última fundada em 1926 e com a primeira turma em curso por ocasião da Reforma Rocha Vaz3 . Do período de 99 anos (1840-1928) já foram catalogadas 2.502 Teses Doutorais (excluindo aquelas em duplicata), mas, por certo, muitas foram perdidas ou extraviadas ao longo do tempo e outras ainda não localizadas. Uma perda lastimável é a These Doutoral do Prof. Alfredo Thomé de Britto, um dos mais eminentes Diretores da FAMEB, de 1901 a 1908, responsável pela grande reforma do ensino e da estrutura física da FAMEB e o introdutor no Brasil do radiadiagnóstico9 11. Por isso, se logo não for realizado o restauro, aliado à digitalização desses documentos, outras perdas serão prováveis, sendo urgente a obtenção de recursos, de agências de fomento ou de empresas particulares, para a reprodução e a divulgação desse rico acervo da Medicina brasileira, o qual foi esquecido e alvo de muitas omissões nas últimas três décadas13. Na atual FAMEB, de duas até 16 Theses Doutorais (1840 - 1928) foram encadernadas no mesmo volume, GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101 Teses Doutorais da FAMEB: 1840-1928 11 as quais, nas citações seguintes, estão distribuídas pelo ano da titulação de cada Doutor e para cada referência são citados: número seqüencial (cit. n°), nome do autor, título da Tese, e a referência na Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB), seguido do código localizador. As Theses Doutorais daquele período, já levantadas e registradas, são 2.502, mas ainda não se sabe qual o número exato de Theses defendidas nesses 99 anos. Em 1902, por exemplo, há 70 Theses catologadas e o número de matriculados no 6° ano daquele ano e de diplomados foi, respectivamente, 36 e 15, sobre os quais coincidem duas fontes - Livros de registros da FAMEB e as Memórias do Cinquentenário dos Doutores em Medicina de 190214. Portanto, é provável que concluintes de outros anos pudessem defender ou sustentar a These Doutoral após a conclusão do curso médico, mas isso ainda carece de outra investigação. Desse total de 2.502, só 15 (sendo 14 recuperadas) ou 0,6% das Theses Doutorais foram defendidas por mulheres, sendo, portanto, as Doutoras pioneiras do Brasil. A primeira, em 10 de dezembro de 1887, foi a da Dra. Rita Lobato Velho Lopes, com a These Doutoral denominada PARALELOS ENTRE OS MÉTODOS PRECONIZADOS NA OPERAÇÃO CESARIANA (1887, cit. n° 892). Ou seja, só 79 anos após sua fundação a Faculdade de Medicina da Bahia diplomou e doutorou a primeira médica, em decorrência da autorização expressa no Artigo 24 do Decreto do Império n° 7.247 de 19 de abril de 1879, que concedia às mulheres o direito de inscrição nos cursos de Medicina de Salvador (Bahia) e do Rio de Janeiro, os únicos existentes no Brasil àquela época. Também, no mesmo Decreto ficou determinado que as estudantes tivessem assentos reservados nas salas de aula e laboratórios. Além dos ditames culturais e costumes daquela época, na organização escolar brasileira do Brasil-colônia e até da República Velha sempre prevaleceu o conceito machista que a educação feminina “restringia-se a boas maneiras e prendas domésticas”10. Daí porque, após a promulgação do Decreto n° 7.247 de 1879, foram acaloradas as discussões, na Congregação da FAMEB, sobre a hipótese de admissão de alguma estudante e os seus aspectos práticos, a exemplo de como e onde seria a localização do lavabo e outras dependências correlatas. Felizmente, a estudante gaúcha, de São Pedro do Rio Grande (RS), Rita Lobato Velho Lopes, quando chegou à Bahia, trasferida da Faculdade de Medicina do Rio Janeiro, para continuar o curso de Medicina, já encontrou algum conforto e muita curiosidade quanto à sua pessoa. A quebra desse tabu mereceu notícias nos diários populares da cidade do Salvador e inflamadas discussões no meio intelectual e até nos encontros sociais da pequena aristrocracia baiana. Mas, Rita Lobato Velho Lopes, demonstrando enorme tenacidade para uma jovem mulher daqueles tempos e longe da sua terra natal, seguiu adiante e concluiu o curso de Medicina em 1887 e no mesmo ano foi Doutorada em Medicina “com distinção”, deixando a seguinte dedicatória a “bico-depena” na sua These Doutoral: “Ao distincto Lente Dr. Antonio Pacifico Pereira e á sua Exma. Familia offerece Rita Lobato”. Posteriormente, considerando a catalogação até 1928, as 14 médicas que defenderam o título de Doutor em Medicina, foram (ano da titulação, cit. n°): Anna Machado Marinho Falcão (1890, cit. n° 1025), Ephigenia Veiga (1890, cit. n° 1036), Glafira Corina de Araújo (1892, cit. n° 1115), Francisca Barretto Praguer (1893, cit. n° 1147), Laura Amalia de Souza Bahiense (1898, cit. n° 1269), Maria Odilia Teixeira (1909, cit. n° 1739), Agricola Guerra (1913, cit. n° 1860), Isaura Leitão de Carvalho (1916, cit. n° 2015), Nise Magalhães da Silveira (1926, cit. n° 2359), Cacilda Vieira dos Reis (1927, cit. n° 2386), Itala Silva de Oliveira (1927, cit. n° 2399), Maria Barbosa Gomes (1928, cit. n° 2476) e Maria de Carvalho Fontes (1928, cit. n° 2477). A These Doutoral de Amélia Pedrosa Benebaim, graduada e diplomada em 1890, foi provavelmente extraviada e só há o registro do título: CLINICA CIRÚRGICA. DISPOSIÇÕES - ANOMALIAS DO CORDÃO UMBILICAL. SUA INFLUENCIA SOBRE A GRAVIDEZ E O PARTO. Entre essas pioneiras, a Dra. Nise Magalhães da Silveira (1926, cit. n° 2359) contribuiu, decisivamente, na formulação da moderna Psiquiatria, com o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento e também no pioneirisno da luta anti-nosocomial6 . 12 Nevolanda Sampaio Meirelles, et al. GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101 Da lista acima, não faz parte a primeira Professora da FAMEB1 , a Dra. Carmem Mesquita, porque foi graduada em 1930, sendo a primeira aluna laureada de uma turma de Medicina, pelo seu desempenho escolar, com a Medalha Professor Alfredo Thomé de Britto. Mesmo não sendo objeto desse levantamento a análise dos conteúdos das Theses Doutorais, os quais ainda carecem de muitos estudos, inclusive de natureza antropológica, etnográfica e/ou histórica, são nítidas as preocupações mais holísticas dos médicos de antanho. Nos dias atuais, pode parecer folclórico o título da These de 1903 (cit. n° 1459) do Dr. João Sabino de Lima Pinho Filho, O ESPARTILHO E A MULHER, mas, àquela época, esse adereço feminino era causa de múltiplos transtornos à saúde da mulher vivendo no trópico. Em 1915, sobre tema agora avaliado como de maior cientificidade, o Dr. Augusto de Araujo Aragão Bulcão (cit. n° 1988) defendeu a These Doutoral sobre a MOLESTIA DE CARLOS CHAGAS, isso seis anos após a publicação original de Chagas5 , quando ainda persistia a infamante campanha de descrédito das descobertas de um dos principais pesquisadores brasileiros, o Prof. Carlos Chagas. Outras Theses evidenciam o lado poético da vida ou as preocupações humanísticas dos jovens Doutores, como o Dr. Hypólito Gomes Ferreira de Azevedo ao defender a PSICOPATOLOGIA DO OLHAR (1921, cit. n° 2130), ou o Dr. Alcides Lopes de Siqueira (1927, cit. n° 2374) ao estudar O AMOR COMO DIRIMENTE PENAL. Já o descobridor, em 1909, das diferenças entre o Schistosoma mansoni e o S. haematobium7 , Dr. Manuel Augusto Pirajá da Silva defendeu em 1896 a These Doutoral (cit. n° 1215) sobre a CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DE UMA MOLESTIA QUE ULTIMAMENTE AQUI TEM REINADO COM OS CARACTERES DA MENIGITE CEREBRO-ESPINHAL-EPIDEMICA. Deixando de lado qualquer outra análise ou curiosidade sobre o conteúdo das Theses Doutorais, defendidas na primeira Escola Médica do Brasil, cabe ao leitor, agora, fazer o “seu passeio histórico” em quase 100 anos da Medicina brasileira e esperamos, proximamente, outra publicação com o término do levantamento do acervo bibliográfico da FAMEB.
1902
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O SYNDROMA GRAVIDICO SIMULADO POR AUTO SUGGESTÃO (PSEUDO CYESIS HYSTERICA). FAMEB: 102-A. 1392. Francisco Pontes de Miranda. A INSANIDADE MENTAL COMO DIRIMENTE DOS DELICTOS. FAMEB: 102-H. 1393. Francisco Xavier de Carvalho Junior. DA OPERAÇÃO DE WLADIMIROFF – MIKULICZ. FAMEB: 102-L. 1394. Fulgencio Martins Vidal. HYGIENE ALIMENTAR DA PRIMEIRA INFANCIA. FAMEB: 102-A. 1395. Gentil Martins Fontes. AEROPHAGIA HYSTERICA. FAMEB: 102-F. 1396. Gustavo Eduardo Nasselmann. UM NOVO MATERIAL DE LIGADURA. FAMEB: 102-E. 1397. Heraclio Ponciano de Menezes. CONSIDERAÇÕES ACERCA DA ECTOPIA RENAL ADQUIRIDA. FAMEB: 102-B. 1398. João Leite de Bittencourt Calasans. DA HYPERIDROZE. FAMEB: 102-D. 1399. Joaquim da Cunha Fontenelle. CURA RADICAL DAS HEMORRHOIDAS PELA RESECÇÃO DA MUCOSA RECTAL. FAMEB:102-A. 1400. Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque. DA PRENHEZ EXTRA-UTERINA E SEU TRATAMENTO. FAMEB: 102-B. 1401. Josaphat da Silveira Brandão. DO MYCETOMA. FAMEB: 102-L. 1402. José Alfredo de Oliveira. CONSIDERAÇÕES SOBRE A FEBRE. FAMEB: 102-C. 1403. José Antonio Alves Maciel Junior. DAS LUXAÇÕES RECENTES DA ESPADUA. FAMEB: 102-D. 1404. José Climaco da Silva. APPROXIMAÇÃO VISCERAL POR PLACAS ABSORVIVEIS (METHODO DE SENN). FAMEB: 102-L. 1405. José Cordeiro dos Santos Filho. DA RADIODIAGNOSE NO PROCESSO PHYMICO. FAMEB: 102-Q. 1406. José Cordeiro Santos Filho. DA RADIO – DIAGNOSE NO PROCESSO PHYMICO. FAMEB: 102-F. 1407. José Evaristo da Costa Gondim. CONSIDERAÇÕES GERAES SOBRE O TRATAMENTO ABORTIVO. FAMEB: 102-C. 1408. José Francisco Jorge de Souza. PERTURBAÇÕES OCULARES NO PUERPERIO. FAMEB: 102-P. 1409. José Lopes Pontes. SYNDROMA DE DERCUM (ADIPOSE DOLOROSA). FAMEB: 102-J. 1410. José Valeriano de Oliveira Maia. ALOPECIAS (TRICHOPHYTONS, MICROSPORONS E ACHORIONS). FAMEB: 102-A. 1411. Luiz da Franca Aguiar. OMPHALECTOMIA. FAMEB: 102-B. 1412. Luiz da Silva Tavares Sobrinho. DA OPHTALMIA PURULENTA E SEU TRATAMENTO. FAMEB: 102-B. 1413. Manoel de Barros Loureiro Brandão. 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